×

[PR]この広告は3ヶ月以上更新がないため表示されています。
ホームページを更新後24時間以内に表示されなくなります。







 

Não haverá uma pessoa que não o conhece se ouvir "pintor japonês" no Principe Real, um jardim no centro da cidade de Lisboa.
Deveriam haver muitas pessoas que se admiravam ao ver Nagashima que transportava diariamente uma bolsa de pintura e cavalete para pintar os seus quadros a óleo.

Passaram 10 anos e hoje em dia as pessoas em Lisboa apelidam Nagashima, com um sentimento amigável.

Minoru Nagashima, nasceu em Takasaki Gunma em 1943. Tem uma carreira que pertenceu ao Grupo de Daichowakai e toda a sua vida exerceu a actividade de arte de pintura.
Quando Nagashima visitou Portugal pela primeira vez, com um grupo de artistas em 1998, ficou encantado pelo bom clima, o calor das pessoas e amizade. Nagashima iniciou a sua actividade de pintura, em Portugal, em 1999.
Nesta altura fez uma exposição privada em que retrata nos seus quadros principalmente a paisagem portuguesa e uma exposição, Tóquio, em 2000.
Depois Nagashima mudou-se para Portugal e continuou a praticar a sua de actividade intensamente, onde tem pintado a paisagem portuguesa.

Dez anos depois, Nagashima vendeu mais de 1.000 quadros. Os quadros do pintor Nagashima são amados e conhecidos em cafetarias, restaurantes, salas de estar de casas em Portugal. São quadros de paisagens portuguesas que os portugueses gostam.

Pintor Nagashima diz que não gosta da cor dos tubos de tinta de pintura que se vendem nas lojas de material de Belas Artes. Ele só usa as 6 cores, que ele mesmo constrói.
Nagashima sempre foi um pintor pouco convencional, não usa as regras do mundo. Ele gosta de pintar o quer seus olhos vêm e o coração sente, tal como a montanha do momento presente, o mar do momento presente, Nagashima quer ser fiel aos seus olhos.

Eu perguntei a Nagashima quando tinha começado a pintar.

Nagashima nasceu num tempo em que tudo à sua volta era guerra. Num clima centrado na ascensão e obstinação do crescimento económico, que ao se tornar alto, fez com que não pudesse viver se não obedecesse a esse fluxo no mundo. A repugnância do meio em que nasceu e a sua não identificação com esse meio à sua volta, fez nascer a figura de Pintor Nagashima Minoru de hoje.

Nos quadros dele há "algo" que seduz e convida o olhar das pessoas pelas cores maravilhosas e vivas, que transmitem a sua personalidade e de como ele pensa, o que contribui para o facto de poder viver da venda da sua arte.

Eu perguntei a Nagashima o que é arte para ele.
Ele respondeu que é falar para o mar, rio tejo, natureza. É querer saber as coisas que não pode saber.

Eu posso pensar que pode haver uma razão para os quadros dele estarem cheios de vida.
Eu sinto que ele pinta francamente o quadro, que é amado pelos portugueses, japoneses e as pessoas do mundo em diante.